Entenda como esse ativo age na sua pele e por que ele não deve ser visto como um inimigo
Quando o assunto é estética, o ácido hialurônico aparece frequentemente em debates, muitas vezes cercado de dúvidas, mitos e até receios. Afinal, será que ele é um vilão que pode deixar o rosto artificial ou, ao contrário, um grande aliado da saúde e da beleza da pele?
A resposta exige clareza: o ácido hialurônico não é um inimigo. Muito pelo contrário, ele é uma substância naturalmente produzida pelo nosso corpo, responsável por manter a hidratação, elasticidade e sustentação da pele. O que muda com o tempo é que, a partir dos 25 anos, a sua produção começa a cair, abrindo espaço para sinais de ressecamento, perda de volume e flacidez.
Onde nasce a polêmica?
Grande parte dos questionamentos sobre o ácido hialurônico vem do uso em procedimentos estéticos, especialmente os preenchedores. Quando mal indicados ou aplicados sem critério médico, podem sim gerar resultados artificiais, que reforçam a impressão negativa sobre o ativo. Mas isso não significa que o problema esteja na substância, e sim na forma como é utilizada.
O papel do ácido hialurônico nos cuidados da pele
O ácido hialurônico está presente em:
-Dermocosméticos: séruns e cremes que hidratam profundamente, recuperando o viço da pele.
-Tecnologias médicas: procedimentos que estimulam sua produção natural, fortalecendo o colágeno.
-Preenchedores injetáveis: aplicados em pontos estratégicos para devolver volume, redefinir contornos e suavizar sulcos, sempre de forma natural quando bem planejados.
A visão médica do GTC
No GTC, o ácido hialurônico é tratado com responsabilidade, inteligência e precisão. Mais do que “preencher”, o objetivo é respeitar a individualidade de cada rosto e trabalhar com técnicas que priorizam equilíbrio, naturalidade e sofisticação.
Assim, o ácido hialurônico deixa de ser visto como um vilão e assume seu verdadeiro papel: um aliado essencial para prolongar a saúde, a vitalidade e a beleza da pele.
Agendar Consulta• Publicação para divulgação de conteúdo médico, com caráter exclusivo para educação e informação, conforme art. 75, cap IX do Código de Ética Médica; despacho CFM 143/2019 e expediente Depro-SBCP 047/2019.
• Antes de qualquer procedimento, é fundamental a avaliação pela médica
• Cada pessoa é única: este conteúdo não é uma promessa ou garantia de resultados. Os procedimentos são personalizados para cada paciente
• As variáveis para o resultado final incluem o procedimento em si, mas também as características físicas, peso, qualidade de pele, alimentação adequada, entre outros fatores da vida pessoal de cada paciente
• Todo e qualquer procedimento médico possui riscos. Informar-se com sua médica de confiança é fundamental
• Imagens autorizadas pela paciente.
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